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domingo, 22 de dezembro de 2019

SQL - CREATE DATABASE


PARTE I - Comandos de Modificações do Esquema e Criação de Banco de Dados

Os bancos de dados podem utilizar conjuntos de caracteres específicos dependendo da linguagem utilizada (idioma) sendo que, os mais utilizados são: Latin1 e UTF-8 (codificação de caracteres específicos: acentos, ç, etc.). 

Comando Create 

Este comando permite a criação de tabelas no banco de dados ou mesmo de sua criação. 


O primeiro comando para criação de um banco de dados em SQL é: CREATE DATABASE_Nome (nome sem espaços e caracteres especiais). 

Sintaxe: CREATE DATABASE < nome_db >; 

onde: nome_db - indica o nome do Banco de Dados a ser criado.

Sintaxe: CREATE TABLE < nome_tabela > ( nome_atributo1 < tipo > [ NOT NULL ], nome_atributo2 < tipo > [ NOT NULL ], ...... nome_atributoN < tipo > [ NOT NULL ] ) ; 

onde: 

nome_table - indica o nome da tabela a ser criada. 

nome_atributo - indica o nome do campo a ser criado na tabela. tipo - indica a definição do tipo de atributo ( integer(n), char(n), real(n,m), date... ). 

n- número de dígitos ou de caracteres m- número de casas decimais 

Agora vamos criar uma tabela. Use o editor para salvar em um arquivo ou digite na linha de comando do ISQL. 

CREATE TABLE CURSO_SQL 
(ID INT UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
NOME VARCHAR(45) NOT NULL, 
ENDERECO VARCHAR(45) NOT NULL, 
EMAIL VARCHAR(45) NOT NULL, 
PRIMARY KEY (id) ) 
CHARACTER SET utf8 COLLATE utf8_general_ci; 


ATRIBUTOS 

• NULL / Not NULL – Permite ou não valores nulos 

• Unsigned / Signed – Permite ou não números negativos 

• Auto-increment – Gera sequencia de contadores (1, 2, 3, ...) 

Os tipos de dados char e varchar armazenam dados compostos do seguinte: 

• Caracteres maiúsculos e minúsculos, como a, b e c. 

• Numerais, como 1, 2 e 3. 

• Caracteres especiais, como arroba, (@), E comercial (&) e ponto de exclamação (!). 

VARCHAR - Tipo de dado que trabalha sem completar com espaços em branco a área não utilizada da string opostamente ao tipo VAR

CREATE DATABASE TRABALHO; 

O comando acima criou um Banco de Dados, porém este na verdade não passa de uma abertura no diretório, pois não conta com nenhuma tabela. 

Agora criaremos as tabelas que estarão contidas no Banco de Dados TRABALHO. 

A primeira Tabela será a de Departamentos (DEPT). Esta tabela conterá além dos campos também sua chave primária, suas chaves estrangeiras e também seus índices. 

A segunda tabela será a de Empregados (EMP), que também será criada. 

Não devemos esquecer de primeiramente abrirmos o Banco de Dados. Diferentemente do que ocorre em alguns aplicativos, em SQL o fato de criarmos um Banco de Dados, não significa que o banco recém criado já está preparado para utilização.  A instrução a seguir, providencia a abertura do Banco de Dados criado. 

OPEN DATABASE TRABALHO; 

Agora estamos prontos para criarmos as tabelas necessárias. 

Lembrando que o arquivo TABS.SQL, contém todas as instruções necessárias para criação do Banco de Dados Trabalho e de suas tabelas. 

Já o Arquivo DADOS.SQL irá popular estas tabelas. 

Para efeitos didáticos, criamos as tabelas de forma que sua população, em outras palavras os dados, sejam facilmente referenciáveis pelos estudantes. 

Assim sendo, na tabela de departamentos, contamos com 5 departamentos, cada um deles tendo seu gerente. 

Todos os “gerentes” tem nomes de cantoras brasileiras (Gal Costa, Marina Lima, etc), todos os “operários” tem nomes de jogadores de futebol, todas as vendedoras tem nomes de jogadoras de volei, todas as balconistas tem nome de jogadoras de basquete e o presidente da empresa exemplo, tem o mesmo nome do presidente do Brasil. 

Desta forma os testes devem resultar em grupos bastante definidos. 

Assim se você estiver listando Gerentes e aparecer um homônimo da Ana Paula (jogadora de volei), verifique sua query atentamente, pois muito provavelmente a mesma estará errada. 

A seguir código necessário a criação da tabela Departamento e seu índice: 

create table Dept ( DepNume integer(4) not null, 
DepNome char(20) not null, 
DepLoca char(20) not null, 
DepOrca integer(12,2), 
primary key (DepNume) ); 
create unique index DepNum on Dept (DepNume asc); 

Note-se que a chave primária já está definida juntamente com o registro da tabela. 

A criação do índice, que por razões óbvias deve ser criado após a tabela, naturalmente é um comando totalmente independente do primeiro create, que serviu para criar a tabela e suas característica básicas. 

Vamos analisar o código necessário para a criação da tabela de empregados, apresentado a seguir: 

create table Emp (EmpNume integer(5) not null, 
EmpNome char(30) not null, 
EmpGere integer(5) , 
EmpServ char(20) , 
DepNume integer(4) not null, 
EmpAdmi date not null, 
EmpSala integer(10,2), 
EmpComi integer(10,2), 
primary key (EmpNume), 
foreign key has (DepNume) references Dept on delete restrict on update cascade ); 
create unique index EmpNum on Emp (EmpNume asc); 
create index EmpDep on Emp (DepNume asc); 

A Tabela de Empregados não poderia ter sido criada antes da Tabela de Departamento, pois contém uma referência direta àquela tabela. 

Quando declaramos que DepNume é chave estrangeira, promovemos de fato a ligação do cadastro de empregados como o cadastro de departamentos. 

Ao restringirmos as exclusões, permitimos a existência de funcionários não alocados a nenhum departamento. Apesar desta prática ser contrária a tese de que devemos possuir apenas tuplas perfeitamente relacionáveis em nossas tabelas, podemos deixar esta pequena abertura, pois um usuário que excluísse inadivertidamente determinado departamento, acabaria por excluir também uma grande quantidade de funcionários, que estivessem ligados a este departamento. 

Já a atualização em cascata dos códigos de departamento é uma boa providência, na medida em que teremos, uma vez alterado algum código de departamento, a atualização imediata de todos os funcionários pertencentes ao departamento cujo código foi modificado. 

Observações: 

1- Observar que os índices são parte intrínseca das tabelas. 

2- A integridade relacional é garantida pelo Banco de Dados e não pelo aplicativo. 

3- Exclusões ou Alterações em Chaves Primárias, podem acarretar exclusões, anulações ou até mesmo perda de integridade nas tabelas onde esta chave primária existir como chave estrangeira. 

Portanto é imprescindível muito cuidado quando da elaboração do Banco de Dados. 

Uma tentação muito comum ao estudante é começar criando as tabelas do Banco de Dados sem prévia Normalização. 

Este talvez seja o melhor caminho para perder-se tempo em vão, pois quando você terminar de projetar suas telas de entrada de dados, notará "que nada funciona!". 

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Comando Drop 

Este comando elimina a definição da tabela, seus dados e referências. 

Sintaxe: DROP TABLE < nome_tabela > ; 
Exemplo: DROP TABLE EMP; 

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Comando Alter 

Este comando permite inserir/eliminar atributos nas tabelas já existentes. 

Comando: ALTER TABLE ADD / DROP (nome_atributo1 < tipo > [NOT NULL], nome_atributoN [NOT NULL] ) ; 

Não existe nenhum comando SQL que permita eliminar algum atributo de uma relação já definida. 

Assim caso você desejar eliminar uma chave primária devidamente referenciada em outra tabela como chave estrangeira, ao invés de obter a eliminação do campo, obterá apenas um erro. Além do comando DROP que poderá eliminar uma tabela e suas relações, também podemos criar uma relação que tenha os atributos que se deseja, copiar-se a relação antiga sobre a nova e apagando-se então a relação que originalmente desejávamos eliminar. 

Exemplo: ALTER TABLE DEPT ( ADD DEPSALA DECIMAL (10,2) ); 


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