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sábado, 28 de dezembro de 2019

Cortes de Verbas na Educação do Brasil (2010 até 2019)

Movimento UERJ Resiste, existe já tem alguns anos dentro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e tem o apoio da UFRJ, UFF, CEFET, FAETEC, etc.

Foi criado após diversas greves de alunos e professores (após atraso no pagamento de salários) que reclamam do corte de verbas na Educação do Brasil. 


Observação: Durante muitos anos eu nunca prestei muita atenção em política, eu nunca sabia quem era partido de esquerda e quem era partido de direita. 


A partir de Novembro/2014 foi que eu comecei a prestar maior atenção a política, quando passei a acompanhar tudo relativo as notícias das greves de alunos e professores (por atraso no pagamento de salários) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), greves do Colégio de Aplicação da UERJ, greves da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), greves do Colégio de Aplicação da UFRJ, greves do Colégio Pedro II, greves da UNIRIO, greves no CEFET e greves na FAETEC, reclamam do corte de verbas na Educação no Estado do Rio de Janeiro. 

Todas as universidades públicas e gratuitas localizadas dentro do Estado do Rio de Janeiro, apóia o movimento UERJ Resiste.



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O Governo PT prejudicou milhares de estudantes, com diversos cortes de verbas que fêz no Governo Lula + Governo Dilma, várias foram as greves que alunos e professores fizeram no governo PT.  Esse homem (Abraham Weintraub) é Ministro da Educação no governo do Jair Bolsonaro, e ele cortou mais ainda as verbas de educação, que já estavam no básico do básico ha muitos anos.

A consequência desses cortes de verbas de 2010 até 2019 foi prejudicar o andamento de cursos do ensino básico, prejudicar o andamento de cursos do ensino médio, prejudicar o andamento de cursos do ensino superior.

A consequência desses corte de verbas de 2010 até 2019 foi universidades que tem vários prédios (UERJ, UFF, UFRJ, etc) ter que fechar o funcionamento de alguns prédios por não ter money suficiente para sustentar o funcionamento durante o período letivo. Foi alunos que estudam em período integral, das 7 horas da manhã até 22 horas da noite, ficarem sem o seu almoço grátis que era servido nos bandejões dos refeitórios das universidades e servido em alguns colégios públicos (CAP-UERJ, CAP-UFRJ, Cefet, etc). Foi universidades com prédios enormes ficar vários anos sem as paredes ter uma pintura nova no início do ano letivo. Foi elevadores de universidades com prédio enorme ficar vários meses sem conserto.

Cadê o dinheiro que foi retirado da Educação do Brasil no período de 2010 até 2019? O total ultrapassa 2 bilhões...

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